terça-feira, 26 de julho de 2011

Filme "O Leitor"



Sinopse

"O Leitor" se passa nos anos de 1950, pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial, quando o jovem Michael Berg adoece e passa a ser cuidado por uma bela e estranha mulher, Hanna, que tem o dobro de sua idade. Michael logo se recupera, mas Hanna foi embora. Ao encontrá-la, os dois têm um breve mas intenso romance. Uma paixão cada vez maior, temperada com as leituras de obras clássicas que Hanna sempre faz para o amado. Apesar disso, Hanna misteriosamente desaparece outra vez. Passados oito anos, Michael é agora um aluno de Direito que acompanha julgamentos de crimes de guerra cometidos pelos nazistas. É nesse momento que Hanna reaparece na vida do rapaz. Mas para a surpresa dele, a mulher está no banco dos réus do Tribunal. Enquanto o passado de Hanna é revelado, Michael descobre um segredo que poderá impactar na vida de ambos

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Filme quanto vale ou é por quilo

   Desenha um painel de duas épocas aparentemente distintas, mas, no fundo, semelhantes na manutenção de uma perversa dinâmica sócio-econômica, embalada pela corrupção impune, pela violência e pelas enormes diferenças sociais.   

sexta-feira, 1 de julho de 2011

1º Ciclo de palestras "Formação para as relações etnicorraciais"

Ciclo de palestras aborda relações etnicorraciais

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Ufes, em parceria com Comissão de Estudos Afro-Brasileiros (Ceafro), promove até o final de julho uma série de conferências que compõem o I Ciclo de Palestras “ Formação para relações etnicorraciais”. Os próximos encontros estão previstos para os dias 3 de junho e 1º e 29 de julho, que abordarão os respectivos temas ‘Ações Afirmativas’, ‘Violência e Relações Sociais’ e ‘Territórios Quilombolas’.
Os eventos serão realizados no auditório da Prefeitura de Vitória, a partir das 18h. Os interessados pode se inscrever gratuitamente pelo telefone 3135-1035

Programação:
  • 01 de julho de 2011 : Com o tema Violência e Relações Raciais com o  MS. Washington Siqueira.
Local: Prefeitura Municipal de Vitória, Auditório Zemar Moreira Lima, Av. Marechal Mascarenhas de Moraes – Beira Mar, 1927, Bento Ferreira, Vitória (Em frente ao Clube Álvares Cabral).

  • 29  de julho de 2011: Com o tema Territórios Quilombolas, com o Dr. Osvaldo Martins Oliveira.
Local: Prefeitura Municipal de Vitória, Auditório Zemar Moreira Lima, Av. Marechal Mascarenhas de Moraes – Beira Mar, 1927, Bento Ferreira, Vitória (Em frente ao Clube Álvares Cabral).

Os encontros acontecerão de maio a julho de 2011, nos locais indicados, com início às 18 horas.


terça-feira, 3 de maio de 2011

Bolsas Fundação Casa Rui Barbosa

A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) lançou edital oferecendo bolsas de pesquisa, variando da iniciação científica a bolsas para doutor júnior e incluindo também bolsas de desenvolvimento tecnológico. As áreas disciplinares incluem um largo espectro das ciências humanas e das sociais aplicadas, além de letras e artes, museologia, arquivologia, biblioteconomia, arquitetura e conservação e restauração.

As inscrições vão até 25 de maio de 2011 e só podem ser feitas por correio por serviço de encomenda expressa (Sedex ou similar). As entrevistas ocorrerão de 13 de junho a 8 de julho. O resultado será publicado até 15 de julho. Os novos bolsistas começarão seus trabalhos a 1º de agosto de 2011.

 
Conheça o detalhamento de todas as etapas do concurso no Edital para seleção de bolsistas de pesquisa. (150 Kb, pdf) Para abrir o arquivo, é necessário instalar o programa Adobe Acrobart Reader.

 
Para dúvidas quanto ao concurso em geral ou especificamente relacionadas aos projetos

•do Centro de Pesquisa: tel. 3289-4631 ou e-mail pesquisa@rb.gov.br;
•do Centro de Memória e Informação tel. 3289-4677 ou e-mail memoria@rb.gov.br;
•das bolsas de iniciação científica: tel. 3289-4691 ou e-mail pic@rb.gov.br.


Fonte: http://www.casaruibarbosa.gov.br
 
 
 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A revolução digital e o bombardeio de informações

Recebemos informações demais. A conclusão é de um estudo conduzido na Escola de Comunicação da Universidade do Sul da Califórnia e publicado na Science, que sentenciou: hoje, somos bombardeados diariamente com quantidade de dados equivalente a 174 jornais. Em 1986, este número era cinco vezes menor. 

A quantidade de fontes de comunicação aumentou, e com ela o volume da informação que chega a nós. Internet, e-mails, televisão 24 horas e telefones celulares estão presentes de forma significativa em nosso cotidiano. Junte-se aí, mais recentemente, o fenômeno das redes sociais, microblogs e o aumento da comunicação via mensagens de texto. 

Toda esta informação precisa ser guardada, e hoje cada um de nós tem o equivalente a 600 mil livros armazenados em computadores e microchips. O cálculo do tamanho da revolução da informação na era digital foi feito pelos pesquisadores Martin Hilbert, da Universidade do Sul da Califórnia, e Priscila López, da Universidade Aberta da Catalunha. Eles usaram uma fórmula complexa para chegar à quantidade média de informação armazenada e enviada no mundo em todos os meios possíveis – de computadores a cartas colocadas no correio. 

Números

A equipe pesquisou 60 categorias de tecnologias analógicas e digitais entre 1986 e 2007. Usando uma analogia de um jornal com 85 páginas, os pesquisadores descobriram que em 1986 nós recebíamos o equivalente a 40 jornais de informações por dia. Em 2007, este número já chegava a 174 jornais. Há 24 anos nós enviávamos diariamente – por correio, telefone e fax – o equivalente a duas páginas e meia de jornal. Em 2007, com a entrada do e-mail, da fotografia digital e ferramentas como Twitter e Facebook, este número subiu para seis jornais. 

Há dez anos, a grande maioria da informação era armazenada em vídeo e fitas de áudio. A grande mudança do meio analógico para o digital ocorreu em 2002, e hoje mais de 90% de todos os dados no mundo são armazenados digitalmente. A capacidade mundial para as telecomunicações de duas vias, como internet e redes de telefonia, cresceu 28% por ano, enquanto o fluxo de informação de uma via, como televisão e rádio, teve aumento bem mais tímido: 6% ao ano. 

Ainda que a quantidade de informação no mundo seja hoje enorme, Hilbert ressalta que ela ainda é minúscula perto da quantidade de informação existente na natureza. "Comparados à natureza, somos humildes aprendizes. Se tentássemos armazenar o nome de cada estrela no Universo, conseguiríamos chegar apenas a um por cento". Com informações de Richard Alleyne [The Telegraph, 11/2/11].